O director de comunicação do SLB esteve hoje a um nível que se exigia à muito. As provocações têm sido muitas, e a preparação da pressão para o jogo de quarta também. Hoje João Grabriel conseguiu dar uma resposta cabal ao melhor nível irónico. Muito bem Jorge.
Benfica, resumos de jogos, futebol em geral e verdadeiramente gajas nuas. Tudo o que um homem gosta
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segunda-feira, abril 18, 2011
sexta-feira, abril 01, 2011
Assim é que se responde
Esclarecimento
O Sport Lisboa e Benfica face a algumas posições públicas assumidas nas últimas horas vem esclarecer que não quer alimentar nenhum tipo de polémica em relação ao jogo do próximo domingo, contra o FC Porto.
O Sport Lisboa e Benfica vai tratar com o respeito e o fair-play merecidos a instituição, os dirigentes e adeptos do FC Porto. Nesse sentido – e ao contrário do que sucede em outros campos - não vai omitir o nome do FC Porto, nem deixar de hastear a sua bandeira, como é próprio de instituições sérias e sem quaisquer tipo de complexos.
Em relação aos adeptos, e para informação dos mais distraídos, limita-se o Sport Lisboa e Benfica a aplicar – e dentro do quadro legal vigente – o princípio da reciprocidade. Os nossos sócios e adeptos nas deslocações ao Estádio do Dragão têm sido sistematicamente impedidos de entrar com bandeiras do Benfica ou quaisquer outro tipo de adereços, ao contrário do que sucede em todos os restantes estádios nacionais e estrangeiros.
Esta decisão foi devidamente ponderada e é irreversível, porque em questões morais – e dentro da legalidade – nunca se deve vacilar.
O futebol português dispensa a violência e a intolerância, mas também prescinde de “virgens ofendidas”.
O Sport Lisboa e Benfica face a algumas posições públicas assumidas nas últimas horas vem esclarecer que não quer alimentar nenhum tipo de polémica em relação ao jogo do próximo domingo, contra o FC Porto.
O Sport Lisboa e Benfica vai tratar com o respeito e o fair-play merecidos a instituição, os dirigentes e adeptos do FC Porto. Nesse sentido – e ao contrário do que sucede em outros campos - não vai omitir o nome do FC Porto, nem deixar de hastear a sua bandeira, como é próprio de instituições sérias e sem quaisquer tipo de complexos.
Em relação aos adeptos, e para informação dos mais distraídos, limita-se o Sport Lisboa e Benfica a aplicar – e dentro do quadro legal vigente – o princípio da reciprocidade. Os nossos sócios e adeptos nas deslocações ao Estádio do Dragão têm sido sistematicamente impedidos de entrar com bandeiras do Benfica ou quaisquer outro tipo de adereços, ao contrário do que sucede em todos os restantes estádios nacionais e estrangeiros.
Esta decisão foi devidamente ponderada e é irreversível, porque em questões morais – e dentro da legalidade – nunca se deve vacilar.
O futebol português dispensa a violência e a intolerância, mas também prescinde de “virgens ofendidas”.
terça-feira, março 22, 2011
Comunicado do SLBenfica sobre os actos de ontem!
«Ontem, uma hora e trinta e cinco minutos depois do fim do jogo em Paços de Ferreira, a comitiva do Sport Lisboa e Benfica, num acto premeditado e executado com precisão, foi cobarde e violentamente atacada.
O País, através das imagens, foi testemunha deste ataque inqualificável, que diz bem do carácter e do propósito dos seus autores.
Todos assistimos – chocados e incrédulos - à repetição de actos que, infelizmente, vêm manchando o futebol português.
O que se passou ontem – que fique bem claro – não representa o futebol ou os seus adeptos. Não representa uma região ou uma cidade. Representa, apenas, um grupo de vândalos, que tem beneficiado da clandestinidade das suas acções.
Todos temos a obrigação de condenar, com clareza, actos deste tipo.
O que aconteceu ontem nada tem a ver com rivalidade ou com futebol; tem a ver com criminalidade.
O que se passou ontem também não tem a ver com o Sport Lisboa e Benfica, mas com o País que somos e com o País que queremos ser.
Já houve demasiados incidentes e o de ontem à noite – só por um feliz acaso – é que não ganhou proporções maiores, que hoje todos estaríamos a lamentar.
Mas a nossa obrigação não pode passar apenas por condenar a violência, qualquer que seja a forma por que ela se manifeste.
A nossa obrigação, porque somos um clube responsável, com uma história centenária, é evitar agir da mesma forma.
Esta Direcção do Sport Lisboa e Benfica não se revê em quaisquer tipo de represálias que possam resultar da sequência dos sucessivos incidentes de que os nossos atletas e dirigentes têm sido vítimas.
A nossa grandeza e o nosso carácter devem levar-nos a pensar que somos o que somos porque não nos revemos neste tipo de acções.
Quero acabar, em nome da Direcção do Sport Lisboa e Benfica e da Administração da SAD, repetindo o nosso apelo para que, independentemente do repúdio a este tipo de actos, nenhum sócio, simpatizante ou adepto do Benfica, caia na tentação de reagir da mesma maneira.
O futebol é paixão e rivalidade, não é violência nem criminalidade. Não pode valer tudo e aqueles que acham que sim, estão a matar o futebol!»
O País, através das imagens, foi testemunha deste ataque inqualificável, que diz bem do carácter e do propósito dos seus autores.
Todos assistimos – chocados e incrédulos - à repetição de actos que, infelizmente, vêm manchando o futebol português.
O que se passou ontem – que fique bem claro – não representa o futebol ou os seus adeptos. Não representa uma região ou uma cidade. Representa, apenas, um grupo de vândalos, que tem beneficiado da clandestinidade das suas acções.
Todos temos a obrigação de condenar, com clareza, actos deste tipo.
O que aconteceu ontem nada tem a ver com rivalidade ou com futebol; tem a ver com criminalidade.
O que se passou ontem também não tem a ver com o Sport Lisboa e Benfica, mas com o País que somos e com o País que queremos ser.
Já houve demasiados incidentes e o de ontem à noite – só por um feliz acaso – é que não ganhou proporções maiores, que hoje todos estaríamos a lamentar.
Mas a nossa obrigação não pode passar apenas por condenar a violência, qualquer que seja a forma por que ela se manifeste.
A nossa obrigação, porque somos um clube responsável, com uma história centenária, é evitar agir da mesma forma.
Esta Direcção do Sport Lisboa e Benfica não se revê em quaisquer tipo de represálias que possam resultar da sequência dos sucessivos incidentes de que os nossos atletas e dirigentes têm sido vítimas.
A nossa grandeza e o nosso carácter devem levar-nos a pensar que somos o que somos porque não nos revemos neste tipo de acções.
Quero acabar, em nome da Direcção do Sport Lisboa e Benfica e da Administração da SAD, repetindo o nosso apelo para que, independentemente do repúdio a este tipo de actos, nenhum sócio, simpatizante ou adepto do Benfica, caia na tentação de reagir da mesma maneira.
O futebol é paixão e rivalidade, não é violência nem criminalidade. Não pode valer tudo e aqueles que acham que sim, estão a matar o futebol!»
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