segunda-feira, maio 03, 2010

Olha-me a palhaçada!

Vamos ver as coisas como elas estão.

O GLORIOSO está na frente da Liga, com mais três pontos do que o segundo classificado, e vai receber uma equipa da parte de baixo da tabela, perante um estádio completamente lotado dos seus adeptos, necessitando apenas de empatar o encontra. Por outro lado, o segundo classificado desloca-se a um terreno sempre complicado, com três pontos em atraso, a necessitar de ajuda de terceiros para poder alcançar o primeiro lugar. Logo, quem parte aqui em vantagem? Por isso não compreendo o nervosismo de algumas pessoas.

Naturalmente que nada está ganho, e não contamos com alguns dos jogadores mais influentes devido a uma arbitro habilidoso na "guerra" de ontem. No entanto jogamos em casa, com outros jogadores, que já se mostraram úteis em outras alturas, perante um adversário que não vence um encontro desde 28 de Fevereiro!

Vamos ver o que dizem alguns dos protagonistas:

"«Na última jornada o título vai ser decidido e vamos jogar a casa do Benfica. Sabemos que o estádio vai estar completamente cheio e o Benfica precisa de ganhar para ser campeão. Nós vamos para lá jogar com a nossa dignidade, carácter e vamos fazer o nosso melhor jogo», afirmou António Silva Campos, em declarações à Antena 1."

Este Sr. é o Presidente do clube adversário. Enganasse o Sr. que o Benfica não tem de ganhar, apenas de empatar.

Diz o Choraminhos:


«Este campeonato vai ficar nas mãos de quatro treinador, que vão decidir o título na última jornada. Sabemos que o Benfica está mais frágil pelo que aconteceu hoje [derrota por 3-1 no Dragão] e pelos jogadores que viram cartão amarelo, sabemos que poderá ser mais fácil sermos campeões»

Sim, dos amarelos já sabes tu que estamos mais fracos, não soubesses o que se está a passar nos bastidores, e como ganhas-te ontem ao Paços. Mas meu caro, não joga Javi, joga Airton, não joga Coentrão, joga Peixoto, não joga Di Maria, joga outro qualquer.

Vamos lá pessoal, rumo ao título!

Nova espécie descoberta

A comunidade cientifica demorou centenas de anos a conhecer uma espécie à muito vista em Portugal. De se nome, Varanus obor, este ser rastejante e inofensivo, foi descoberto na ilhas Molucas, mais concretamente na Ilha de Santana. Este animal caracteriza-se por ser "lagarto "primo" do dragão-de-Komodo". Os cientistas afirmam que ao contrário do seu primo dragão, "não é um animal agressivo", havendo apenas poucas milhares da sua espécie.

Curioso é que na zona do Lumiar à muito que os Portugueses haviam descoberto esta raça. Inofensiva, medrosa e submissa ao seu primo dragão, ao ponto de festejar golos das equipas adversárias!

Vamos lá animar um pouco

Que castigos haverá?

Ontem viveu-se um clima de terror num País democrático e pacifico, não do terceiro mundo, em pleno século XXI. O que havia sido iniciado à vários anos, com episódios tristes de violência gratuita a todo o tipo de agentes desportivos, desde jogadores, árbitros, assistentes de recinto desportivo, jornalistas, teve ontem um dos seus pontos mais altos. Perante a inferioridade moral e desportiva, o grémio da corrupção teve de se virar para a violência e para a cultura do medo. Valeu de tudo, desde durante a semana a actos de vandalismo sobre património alheio, passando por apedrejamento de carros e autocarros, terminando em agressões em campo, valeu de tudo. Fica a questão no ar. Será que haverá justiça:



Ficam mais algumas provas da política de terror e medo praticados numa certa cidade do País com leis próprias:



E ainda veio o palhaço do Comissário da PSP afirmar que não houve nada!!

sábado, maio 01, 2010

Kim Kardashian em grande forma

Uma errata da choradeira

ONDE se lia «o pobre injustiçado Hulk» deve agora ler-se «o pobre injustiçado Falcão». Onde se lia «o maléfico Ricardo Costa» deve agora ler-se «o maléfico Pedro Henriques». Onde se lia «o inocente Hulk espancou mesmo o steward mas não merecia o castigo» deve agora ler-se «o inocente Falcão acertou mesmo com a mão na cara do adversário mas não merecia o castigo». No mais, a choradeira mantém-se igual. Compreende-se. O Benfica vai à frente no campeonato, o que é muito estranho: o presidente do clube não convidou qualquer árbitro para sua casa na véspera de um jogo, não foi escutado a oferecer fruta e rebuçadinhos ao telefone, não pagou facturas de viagens ao Brasil, não prometeu quinhentinhos a ninguém. Além disso, parece consensual que o Benfica joga o melhor futebol. Quem não suspeitaria deste primeiro lugar?

Há cerca de três semanas, Maxi Pereira viu o quinto cartão amarelo por ter jogado a bola com a mão depois de, na verdade, não ter jogado a bola com a mão. Falhou o jogo com o Sporting. Não se verteu uma lágrima. Na última jornada, Falcao viu o quinto cartão amarelo por ter acertado com a mão na cara de um adversário depois de ter, de facto, acertado com a mão na cara de um adversário. Vai falhar o jogo com o Benfica. As carpideiras decretaram três dias de luto e ainda não pararam de chorar. Não admira: esta época, Falcao já jogou duas vezes com o Benfica e, ao longo desses 180 minutos, marcou um impressionante total de 0 (zero) golos. Mas era agora. Era agora! E, no entanto, segundo a opinião insuspeita e prestigiada de Cruz dos Santos, a decisão do árbitro deve ser respeitada porque ninguém pode saber se o chapadão foi propositado ou acidental. Mais: segundo o especialista, trata-se de uma decisão bem mais defensável do que a opção de não assinalar os dois penalties contra o Porto. Mas o clamor da berraria raramente deixa ouvir a voz do bom senso.

A grande sorte do Benfica na jornada passada não foi o castigo do Falcao, foi a circunstância de o Braga ter ganho. Se o Benfica fosse jogar ao Porto na qualidade de campeão, os jogadores podiam ter a tentação de entrar em campo com o cabelo pintado de vermelho, o que dificultaria a percepção do sangue a jorrar das cabeças. Se os jogadores do Porto entrassem em campo com a mesma disposição com que entraram na final da Taça da Liga, as mais que prováveis lesões passariam despercebidas. Há males que vêm por bem.

NÃO me custa reconhecer que talvez me tenha precipitado quando, na semana passada, evidenciei aqui, com o auxílio de divertidas citações, a euforia injustificada de pré-época manifestada pelos fiscais da euforia injustificada de pré-época. Afirmei que o Porto estava definitivamente afastado do título, mas posso ter-me enganado. De facto, neste momento o Porto segue no terceiro lugar, mas tenho a certeza de que, se recorrer para o Conselho de Justiça (CJ) da Federação, pode ainda vencer o campeonato. É uma pena que o CJ não tenha poderes nas competições da UEFA, caso contrário acredito que teria reduzido o castigo que o Arsenal aplicou ao Porto. Em vez de 5-0, reduzia para 2-0, por exemplo. A fundamentação seria a do costume: naquele jogo, os jogadores do Porto não tinham sido agentes desportivos mas espectadores. De facto, estiveram uma boa hora e meia a ver o Arsenal jogar.

P.S.: O vigilante Rui Moreira (e uso aqui a palavra «vigilante» na dupla acepção de «pessoa atenta» e de «cidadão que participa em vigílias») resolveu assinalar o erro que cometi quando disse que o Benfica nunca tinha perdido uma final com o Porto, mesmo sabendo que, logo no dia seguinte, A BOLA publicou, a meu pedido, a frase que tinha saído truncada por lapso: «O Benfica, que tirando uma solitária vez em 1958 nunca perdeu uma final com o Porto…» Mas enfim, com o Porto no terceiro lugar, é normal que até os lapsos já corrigidos mereçam destaque.

Quanto às Supertaças, como é evidente, foram propositadamente deixadas de fora desta contabilidade. Talvez eu devesse ter sido mais claro mas, quando me referi a finais, curiosamente estava mesmo a falar de finais, que são aqueles jogos que ocorrem no fim de uma competição a eliminar, tipicamente após umas meias-finais. Não é o caso do jogo da Supertaça. Fica a nota para o futuro: as rectificações têm bastante mais credibilidade quando rectificam.

Por Ricardo Araújo Pereira, edição 1 de Maio de 2010 - Jornal "A Bola"


Simão para sempre dos nossos

sexta-feira, abril 30, 2010

O ódio ao BENFICA

Os Benfiquistas, a larga maioria da população do país tem por hábito afirmar que existem em Portugal dois clubes, o BENFICA e o Anti-Benfica. Naturalmente que os adeptos rivais dizem que não, que são adeptos dos lagartos, dos andrades, do braguinha, entre outros. Mas dado os últimos acontecimentos e acima de tudo o seu comportamento, só vêm defender a tese de todos os Benfiquistas.

Tudo porque nunca vi em lado algum tanto ódio como aquele que sentem ao nosso clube. É triste ver que acima do hipotético amor ao seu clube, colocam o ódio ao GLORIOSO. Na última época em que fomos CAMPEÕES, senti isso, quanto todos os rivais espumaram pela boca ao ver festa de tais dimensões. Além dos comentários seguintes à conquista da vitória. Esta ano, apesar de toda a superioridade demonstrada dentro das quatro linhas, apenas leio e assisto episódios de ódio por parte dos rivais. Aquilo que deveria ser uma festa, está como querem prever a preparar-se para ser um banho de sangue. Infelizmente na mente de todos estes retrogradas, vele tudo, desde vandalismo a representações do clube, até mesmo ameaças bem concretas via net. Mas porque raio um Campeonato não poderá ser festejado? Por exemplo, recordo-me plenamente que quando os lagartos quebraram o seu jejum de 18 anos, tiveram alguns benfiquistas, que não eu, a seu lado nos festejos. Esta situação é no mínimo, ridícula.

Realmente somos mesmo superiores.